segunda-feira, 2 de março de 2009

Adoração e devoção: a constante dedicação da vida


Devoção deixou de ser uma palavra usual no vocabulário evangélico contemporâneo. Talvez porque outros termos, considerados mais “espirituais”, tenham adquirido certa predileção em nossa terminologia religiosa: unção, bênção, visão, vitória, santificação, poder, avivamento, revelação etc. Porém, trata-se de um termo que nos ajuda muito a esclarecer o sentido da adoração e a evitar equívocos interpretativos.

Algumas pessoas já me ouviram usar a expressão “devotos de Jesus” para referir-me aos discípulos do Senhor. Ao dizer ou ouvir esse jargão não consigo conceber a idéia de pessoas que assimilaram apenas princípios teológicos teóricos ou históricos — mas indivíduos profundamente conectados à pessoa de Cristo. Na vida cristã, um dos alvos é crescer em maturidade a fim de nos tornarmos semelhantes a Jesus. E a devoção certamente é o caminho para esse crescimento espiritual.

Não há como adotar uma atitude de devoção sem que haja algum tipo de afinidade com Deus. Identificação — seja ela qual for: de caráter, ideológica, de tradição ou em relação a um benefício que se pode obter — é um fator básico nesta relação. Por isso mesmo é que um desejo de conhecimento íntimo deve invadir inicialmente o coração do devoto. De imediato, somos desafiados a nos oferecermos ao Deus com quem nos relacionamos.

Esse pacto com Deus se inicia no coração do devoto. É por isso que palavras como sacrifício, entrega e rendição são essenciais na adoração — “não há como servir [adorar; devotar-se] a dois senhores” (Mt.6:24). Se quisermos descobrir a quem estamos adorando ou nos devotando, é só checar nossas prioridades de tempo, energia, relacionamento, dinheiro e recursos. Do coração de um devoto é que surge respeito, temor, lembrança e obediência.

Atualmente, percebo que pouco se fala ou se questiona sobre a vida devocional dos crentes — quando isso acontece, o sentido se volta para a prática de “momentos específicos”, leitura bíblica e oração individual. Mas esse entendimento, que faz parte do costume evangélico de “compartimentalizar” sua espiritualidade, representa uma pequena parte da vida devocional.

Renovamos nossa devoção à Deus quando fazemos dessa atitude nosso ritual de subsistência espiritual: estudamos a Palavra de Deus; oramos; nos relacionamos com a Igreja, com a família e com o mundo; participamos da adoração congregacional; valorizamos a vida. Nossa experiência devocional se renova em nossa contínua relação com Deus, e é materializada, sobretudo, na prática do serviço e do amor. A adoração nos convida a freqüente e espontaneamente reatar os laços de dedicação. Por isso é que se trata de um culto racional.

Penso que um bom exercício de devoção seria dedicarmos diariamente a Deus nossa existência, numa atitude de entrega e abnegação totais, manifestando um estilo de vida prático que o glorifique, transmita sua graça e misericórdia aos outros seres e que faça de nossos períodos de adoração autênticos encontros de alegria, gratidão, expectativa e transformação.


glitter-graphics.com

Por Celso Tavares.

Extraído da Revista Equipar

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Oba + um selinho da minha querida mana Aninha!





Esse selo é indicado à blogs que são extremamente charmosos. Esses blogueiros têm o objetivo de achar e serem amigos. Eles não estão interessados em se auto promover. Nossa esperança é que quando os laços desse troféu são cortados ainda mais amizades sejam propagadas. Entregue esse troféu para oito blogueiros que devem escolher oito outros blogueiros e incluir esse texto junto com seu troféu!"

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Como era o nome dela?


O autor da seguinte história é desconhecido para mim. Mas, a história já circula há algum tempo pela Internet. Ela me tocou e me deixou convicto a primeira vez que a li, e ainda tem uma mensagem poderosa. A história é contada por um estudante de enfermagem.

"Durante meu segundo mês do curso de enfermagem nosso professor nos deu um teste relâmpago. Eu era um aluno dedicado e voei pelas perguntas, até que eu li a última: ‘Qual o primeiro nome da mulher que faz a faxina da escola’? Isso tinha quer ser uma piada. Eu havia visto a faxineira várias vezes. Ela era alta, de cabelo escuro e com cerca de 50 anos. Mas, como eu saberia o nome dela? Eu entreguei meu teste, deixando o espaço da última pergunta em branco. Antes da aula terminar, outro aluno perguntou se a última pergunta contaria para a nota do teste. ‘Absolutamente’, disse o professor. ‘Em suas carreiras vocês conhecerão muitas pessoas. Todas são importantes. Elas merecem sua atenção e cuidado, mesmo que você só dê um sorriso e diga oi.’ Eu nunca esqueci aquela lição. Eu também aprendi o nome da faxineira. Era Doroti."

Quando você olhar para a vida de Jesus, uma das coisas que se nota é o valor que Jesus deu às pessoas. Ele não viu todo mundo como uma massa de humanidade. Ele fez um esforço para conhecer as pessoas de forma individual. E como ele veio as conhecer, ele reconheceu e tratou das necessidades delas.

A história de Zaqueu é típica de tantos encontros de Jesus:

Havia ali um homem rico chamado Zaqueu, chefe dos publicanos. Ele queria ver quem era Jesus, mas, sendo de pequena estatura, não o conseguia, por causa da multidão. Assim, correu adiante e subiu numa figueira brava para vê-lo, pois Jesus ia passar por ali. Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e lhe disse: “Zaqueu, desça depressa. Quero ficar em sua casa hoje”. Lucas 19:2-5 NVI

Pessoas merecem nossa atenção e cuidado--até mesmo as pessoas que podem parecer ser "insignificantes." A propósito, você sabe o nome da pessoa que faz a faxina da sua escola, do prédio da igreja, ou do lugar onde você trabalha? Se não, eu encorajo você a descobrir.

Alan Smith